sábado, 29 de setembro de 2012

A última casa

Só faltava lá!

A gente já tinha ido em todas as grandes casas de swing do Rio (de que ouvimos falar), menos uma.  E não era qualquer uma!  Depois de passar por clubes bons, clubes médios e clubes que nos dão arrepio até hoje, o único que faltava era também um dos que mais prometia.  A gente já tinha visitado o site, assistido o vídeo promocional, estudado a proposta, e tudo da casa parecia bater com o nosso gosto.  Só não tínhamos visitado ainda porque... bom, porque era no centro.  Dá a maior preguiça ir pro centro!

A gente tinha mais um motivo para querer conhecer o lugar.  É uma das casas mais caras que vimos no Rio.  Isso pode soar um pouco metido ou elitista, mas vem da nossa experiência, não de um preconceito sem fundamento: quando o assunto é casa de swing, preço importa.  Se você quer visitar um clube e não tem nenhuma recomendação, vá no mais caro que encontrar!  Preço influencia a estrutura, o atendimento, o ambiente, a limpeza e, principalmente, a frequência.   Eu sei, parece escrotinho dizer isso, mas experimenta visitar uma casa de 20 reais com drinques grátis e depois venha nos contar o que achou.

Pois bem, endereço no GPS, carro abastecido, casal arrumadinho e cheiroso... e rumo ao centro!

Se a gente for falar da primeiríssima impressão, terá que ser sobre a localização.  Quem já se aventurou pelo centro do Rio à noite sabe que tem umas ruelas muito das sinistras, e para chegar na tal terra prometida acho que a gente teve que passar por todas elas!  Ok, até aí, pode ter sido culpa do GPS.  Mas a própria entrada da casa é num local, digamos assim, não muito favorecido.  A gente parou na porta e já tinha um valet para estacionar o carro deus-sabe-onde, e mesmo assim deu um certo cagaço só de sair do carro.  Se a gente for falar da primeiríssima impressão, eu teria que dizer que foi "a gente não deveria estar aqui".

Para nosso inenarrável alívio, porta adentro as ficaram muito diferentes!  Uma recepção bem decorada, bonita e limpinha, pessoas cordiais para nos atender, tudo aquilo que a gente esperava encontrar baseado nas nossas pesquisas.  Enfim, Meca!  Perguntaram se era nossa primeira vez na casa, e duas promoters, uma loira gordinha e uma novinha bonita se prontificaram para nos dar o grand tour.  As duas nos levaram primeiro para a parte "careta" do clube, com bar, pista de dança, etc e em seguida, com a casa ainda vazia, nos guiaram para conhecer os cantinhos mais exóticos.  Aliás, bota cantinhos nisso!  A pista de dança separa dois espaços enormes montados exclusivamente com sacanagem em mente.  Eram jaulas, cabines com buracos, cabines individuais, cama de baco... até labirinto tinha!  Se na entrada a sensação era de "a gente não deveria estar aqui", agora era "obaaaaaa, ainda bem que a gente veio".  Era só esperar as pessoas começarem a chegar pra gente se divertir.

Foi aí que veio nossa grande decepção: as pessoas chegaram.  Lembra o que a gente escreveu lá em cima sobre o preço influenciar, principalmente, a frequência?  Pois é, furou... só tinha gente esquisita!  Até hoje não sabemos explicar, mas quanto mais enchia, mais parecia um circo, completo com elefantes, palhaços e mulheres barbadas!  Isso sem falar no grupinho com cara de marginal.  E quanto mais gente estranha entrava, pior a música ficava.  Não sei se pegamos um dia ruim ou se é sempre assim, mas o resultado foi que a gente não teve nem coragem de voltar nos ambientes privês!  Que desperdício!!

Mas não desanimem!  Nem tudo foi perdido!  Lembra da promoter novinha bonita lá do início?  Pois enquanto ficávamos sentados no nosso cantinho assistindo o show de horrores, percebemos que vira e mexe ela dava uma olhadinha na nossa direção.  Aaaaah, é ela mesma!  Chamamos para conversar.

-Você trabalha há muito tempo aqui?

-Ah, faz alguns meses.

-Blablablablablabla?

-Blibliblibliblibli.

...

E vamos ao que interessa:

-Mas então... e você, também participa dessas brincadeiras?

-Aaaah, eu agora estou trabalhando.

-E quando não está trabalhando?

-Aí... depende de quem convida.

BINGO!

Resumo da noite: total decepção por não poder explorar um ambiente tão bem montado e promissor, maior decepção ainda por perceber que, mais uma vez, conhecemos um clube que não nos deu vontade de voltar.  De quebra, mais um cagaço esperando o valet voltar com o carro, que para a minha surpresa ainda tinha todas as rodas.  Maaaaaaas saímos de lá com o telefone da nossa bela promoter, e ela pareceu empolgadíssima para nos conhecer mais... intimamente.

Nós também estamos!

domingo, 10 de junho de 2012

sábado, 12 de maio de 2012

Escape perigoso

Como dissemos num blog anterior, nossa primeira visita à boite lésbica não foi muito bem planejada e acabamos não conseguindo avaliar se alí é um bom lugar para conhecer mulheres para uma boa brincadeira a 3. Vamos ter que voltar outro dia e tentar de novo.  Acontece que nós fomos para lá com altas expectativas, falando coisinhas gostosas e safadas no ouvido um do outro, loucos por novas aventuras!  E aí?  Como fica todo esse tesão acumulado, essa ansiedade por uma experiência diferente, por uma loucura gostosa??  Tem que achar um escape, não é?

Voltamos ao carro já nos agarrando, com um desejo incontrolável!  Saindo de Ipanema não levou 1 minuto para a Lu começar a me provocar enquanto eu dirigia.  Primeiro começou a passar as mãos sobre o próprio corpo do meu lado.  Daqui a pouco ela estava abrindo a blusa para me mostrar os seios perfeitos que ela sabe que me fazem perder o controle.  Quando eu tentava botar a mão, ela tirava e botava de volta no volante.

-Você dirige.

Ela é terrível!

Eu já estava pensando em estacionar quando ela começou a abrir a minha calça.  Tem horas que a Lu me olha bem nos olhos e dá para ver que, naquele momento, só existe desejo, só importa o prazer.  Ela estava completamente tomada, e começou a brincar comigo enquanto eu dirigia, a passar a mão no meu corpo, a me acariciar, até se abaixar sobre o meu colo e se deliciar comigo.  E eu alí, tentando me concentrar em ficar na minha faixa enquanto uma mulher linda e indescritivelmente gostosa usava o meu corpo como se eu fosse  brinquedinho dela.  Se tem uma coisa que a Lu sabe fazer, e me levar à loucura nos momentos mais inapropriados, só para assistir enquanto eu me contorço todo e tento manter a pose.

Ela é terrível!

Tem uma hora que a gente simplesmente não aguenta mais, e o auto-controle sai voando pela janela.  O que a gente fez em seguida, não recomendamos para ninguém.  É super perigoso, e ninguém jamais deveria fazer algo assim.  Mas... aconteceu!

Estávamos entrando num túnel quando perdi a compostura.  Agarrei a minha linda noivinha pelo cabelo, puxei a cabeça dela de cima do meu colo e olhei nos olhos dela:

-Vem!
-Uh?
-Vem!  Agora!

O sorriso lascivo dela (como eu adoro esse sorriso) me disse que ela havia entendido.  Soltou o cinto, levantou a saia, passou uma perna sobre mim e devagar, sem tirar os olhos dos meus, se sentou no meu colo.  Eu dividi a minha atenção entre aquele sorriso, que estava se derretendo numa expressão de puro prazer, e os carros que dividiam a rua com a gente.  Quanto mais ela se mexia sobre mim, mais devagar eu dirigia, olhando o asfalto por cima do ombro dela, sentindo o sobe e desce do corpinho delicioso da minha menina safada.

Atravessamos um túnel e dois bairros assim.  Não tenho nem ideia de quanto tempo passou.  Havia gente emparelhando o carro com o nosso, acho que dava para ver.  Alí, na hora, a gente não estava nem aí.  A única coisa que importava era sentir o corpo intoxicante daquela linda mulher sobre o meu, e o meu dentro dela.  Mesmo dirigindo devagar, aqueles bairros passaram num piscar de olhos!

A Lu só pulou fora porque passamos por uma blitz.  Mesmo assim, ela não me deixou fechar as calças.  Não fomos parados (imagina se fossemos) e foi tudo bem, mas ela não parou de me provocar até chegarmos em casa, loucos de tesão.  Era uma cena inesquecível, ela passando a mão dentro da minha calça aberta, por baixo da camisa, e eu tentando ficar sério enquanto passávamos na frente do porteiro.  Foi uma noite alucinante.

Ela é terrível!

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Como juntar o útil ao agradável?

Lá no nosso post "Amigas", uma leitora deixou um comentário desabafando sobre sua situação conflitante e potencialmente deliciosa.  A história completa está lá no post, mas resumidamente ela é casada, não resistiu à tentação de sair com uma mulher que conheceu e agora quer juntar os dois, mas o marido não sabe e não aceita um ménage.  Ufa!

A princípio a gente ia responder direto para ela, mas achamos que o caso merecia um post.  Quem sabe não tem mais gente por aí com o mesmo problema?  Amiga, segue abaixo nossa resposta:

Oi Anônima.  Muito obrigado pelo carinho!  Continue voltando que a gente ainda tem muita coisa para contar (e para fazer)! ;)

Que situação, einh?  Olha, não sei você sabe disso, mas homens em geral são loucos pela fantasia de transar com duas ao mesmo tempo.  Todos?  Não sei, tem louco pra tudo.  Mas nós nunca conhecemos um que não quisesse.  O que a gente vê bastante por aí são homens machistas que dizem que jamais fariam isso COM A ESPOSA (mas com outras sim).  Triste, né?

Nossa sugestão: comece a incluir essa fantasia enquanto vocês transam.  Diga coisas no ouvido dele do tipo "mmmmm, imagina outra boquinha aqui te lambendo..." ou "já pensou uma menina bem safada aqui para a gente fazer o que quiser com ela?", etc.  Certamente ele ficará com um tesão enorme, e quem sabe se com o tempo ele não percebe que você está BEM à vontade com a ideia e que não corre muito risco de ficar com ciúmes, como ele teme.  Se o problema for só esse mesmo, ele não vai ter mais motivo para ficar com o pé atrás.  Agora, se na verdade for um desses casos de machismo, aí é mais difícil de curar...

Mesmo quando estamos só nós dois, a gente adora ficar falando sacanagem no ouvido um do outro, e muitas vezes incluindo terceiras!  É uma delícia, o tesão vai lá em cima enquanto a gente imagina mil posições diferentes, possibilidades, combinações, cada vez com uma menina diferente.  Quantas amigas nossas já passaram pela nossa cama nesses momentos de fantasia!  Ah se elas soubessem...

Querida, estamos torcendo por você!  Beijos molhados e boa sorte com a sua situação!  Tomara que tenha final feliz (para todos!)...

sábado, 14 de janeiro de 2012

Boite Lésbica 1

Como mulheres interessantes andam mais difíceis de encontrar do que político honesto, alguns meses atrás resolvemos ampliar nossas áreas de busca e conhecer uma boite lésbica.  Para dizer a verdade, já fui um pouco com um pé atrás, imaginando uma horda de mulheres se jogando em cima de Lu e tentando ME jogar para fora (tal qual um show da Ana Carolina que tentamos assistir).  Mesmo assim, as opções andam escassas (meninas, cadê vocês??) e não custa nada conhecer um lugar novo.  Escolhemos uma boite de Ipanema.

De cara, deu para ver que nos planejamos mal: chegamos antes da casa abrir.  Meia hora de espera no carro, e isso para sermos os primeiros a entrar!  Tudo bem, espíritos animados, tesão a mil e nossa meia hora passou rapidinho, cheia de amassos e sacanagens no ouvido.  Entramos com a corda toda, prontos para ver o que a noite traria!

Meia hora e 2 drinks depois, entra uma menina.  Meio esquisitinha.  Mais meia hora, um casal de mulheres.  Mega esquisitonas.  Mais uma hora e só mais um casal entrou.  Foi aí que nos demos conta do nosso enorme erro: era noite de Rock in Rio.  A cidade inteira estava às moscas, e isso incluía nossa boite que, mesmo pequena, não tinha a menor chance de encher, e a noite não nos traria nada!  Resultado, ainda teremos que voltar lá numa noite normal para saber se vale a pena...

E todo aquele tesão acumulado, ansiedade, emoções à flor da pele??  Ah, a gente achou um escape delicioso (ainda que não muito recomendável) para isso tudo!  Contamos tudo no próximo post. ;)