Como dissemos num blog anterior, nossa primeira visita à boite lésbica não foi muito bem planejada e acabamos não conseguindo avaliar se alí é um bom lugar para conhecer mulheres para uma boa brincadeira a 3. Vamos ter que voltar outro dia e tentar de novo. Acontece que nós fomos para lá com altas expectativas, falando coisinhas gostosas e safadas no ouvido um do outro, loucos por novas aventuras! E aí? Como fica todo esse tesão acumulado, essa ansiedade por uma experiência diferente, por uma loucura gostosa?? Tem que achar um escape, não é?
Voltamos ao carro já nos agarrando, com um desejo incontrolável! Saindo de Ipanema não levou 1 minuto para a Lu começar a me provocar enquanto eu dirigia. Primeiro começou a passar as mãos sobre o próprio corpo do meu lado. Daqui a pouco ela estava abrindo a blusa para me mostrar os seios perfeitos que ela sabe que me fazem perder o controle. Quando eu tentava botar a mão, ela tirava e botava de volta no volante.
-Você dirige.
Ela é terrível!
Eu já estava pensando em estacionar quando ela começou a abrir a minha calça. Tem horas que a Lu me olha bem nos olhos e dá para ver que, naquele momento, só existe desejo, só importa o prazer. Ela estava completamente tomada, e começou a brincar comigo enquanto eu dirigia, a passar a mão no meu corpo, a me acariciar, até se abaixar sobre o meu colo e se deliciar comigo. E eu alí, tentando me concentrar em ficar na minha faixa enquanto uma mulher linda e indescritivelmente gostosa usava o meu corpo como se eu fosse brinquedinho dela. Se tem uma coisa que a Lu sabe fazer, e me levar à loucura nos momentos mais inapropriados, só para assistir enquanto eu me contorço todo e tento manter a pose.
Ela é terrível!
Tem uma hora que a gente simplesmente não aguenta mais, e o auto-controle sai voando pela janela. O que a gente fez em seguida, não recomendamos para ninguém. É super perigoso, e ninguém jamais deveria fazer algo assim. Mas... aconteceu!
Estávamos entrando num túnel quando perdi a compostura. Agarrei a minha linda noivinha pelo cabelo, puxei a cabeça dela de cima do meu colo e olhei nos olhos dela:
-Vem!
-Uh?
-Vem! Agora!
O sorriso lascivo dela (como eu adoro esse sorriso) me disse que ela havia entendido. Soltou o cinto, levantou a saia, passou uma perna sobre mim e devagar, sem tirar os olhos dos meus, se sentou no meu colo. Eu dividi a minha atenção entre aquele sorriso, que estava se derretendo numa expressão de puro prazer, e os carros que dividiam a rua com a gente. Quanto mais ela se mexia sobre mim, mais devagar eu dirigia, olhando o asfalto por cima do ombro dela, sentindo o sobe e desce do corpinho delicioso da minha menina safada.
Atravessamos um túnel e dois bairros assim. Não tenho nem ideia de quanto tempo passou. Havia gente emparelhando o carro com o nosso, acho que dava para ver. Alí, na hora, a gente não estava nem aí. A única coisa que importava era sentir o corpo intoxicante daquela linda mulher sobre o meu, e o meu dentro dela. Mesmo dirigindo devagar, aqueles bairros passaram num piscar de olhos!
A Lu só pulou fora porque passamos por uma blitz. Mesmo assim, ela não me deixou fechar as calças. Não fomos parados (imagina se fossemos) e foi tudo bem, mas ela não parou de me provocar até chegarmos em casa, loucos de tesão. Era uma cena inesquecível, ela passando a mão dentro da minha calça aberta, por baixo da camisa, e eu tentando ficar sério enquanto passávamos na frente do porteiro. Foi uma noite alucinante.
Ela é terrível!
sábado, 12 de maio de 2012
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