UAU! Que noite...
Marcamos sábado com a nossa nova amiga paulista. O plano era buscá-la na casa dela e levá-la para um motel, (que aceita 3 pessoas, desta vez conferimos antes), onde a gente faria um "piquenique". Torradinhas, pastinhas, belisquetes e o mais importante: o vinho! Nada melhor que um vinhozinho para se soltar...
A semana anterior foi inteira de expectativa! Aliás, não sei quem de nós três estava mais ansioso. A Lu já havia roído todas as unhas, eu não conseguia me concentrar em nada no trabalho e a nossa amiga mandava recadinhos do tipo "Ai meu deus, só falta um dia!!!". A gente ficou que nem criança antes de viagem para a Disney!
Por incrível que pareça (e bem diferente da nossa primeira vez), não houve tanto nervosismo desta vez. Tivemos uma sintonia muito legal com a paulistinha. Conversamos bastante com ela por MSN, trocamos altas risadas por rádio, e dava para sentir que ela estava tão empolgada quanto nós. Acho que isso nos deixou muito mais à vontade.
Fomos buscá-la por volta de nove horas e fomos direto para o motel. Não dá para descrever a cara dos seguranças quando me viram entrando com duas lindas mulheres no carro! Pior que eu tenho certeza que teria tido a mesma reação: encarar com a boca semi-aberta. Ai ai, tem horas que eu queria tanto poder contar essas coisas para os amigos "caretas"... :D
Subimos, fomos ligando o ar, escaldando a hidro, abrindo o vinho... tudo como se fosse a coisa mais natural do mundo, e o mais engraçado, como se a gente já se conhecesse há meses! Começamos o nosso "piquenique" numa conversa bem animada, e rapidinho as torradinhas foram sumindo, a garrafa esvaziando, as inibições se dissolvendo. Ficando mais ousada, nossa convidada tirou uma caixinha da bolsa e entregou de presente para a Lu: um lindo fio dental com cheirinho de morango que eu estou LOUCO para vê-la usando! A coisa já estava esquentando. Aproveitei a deixa e fui pegar um outro presentinho que estava guardando para a Lu: uma gargantilha de couro com um coração vermelho. Ela adorou a nova "coleirinha", e nossa amiga aprovou com um sorriso muito safado. Eu já estava na lua!
Chegou uma hora que ninguém podia mais se conter! Subimos os três na cama, e eu comecei a dançar coladinho com a Lu, segurando por trás. Ela veio dançar com a gente, de frente para a Lu, e no que eu pisquei as duas já estavam se beijando! Que coisa linda! Rapidinho eu fui me colocando no meio e o que seguiu foi algo que eu só posso descrever como FRENESI! As roupas voaram! Foram mãos e pernas e bundas e bocas e peitos e (meu deus, estou parecendo uma música do Leoni!)... não dá para explicar! Eu e a Lu nos juntávamos contra a nossa nova "amante", elas se juntavam contra mim, tirávamos fotos, brincávamos com algemas, trocávamos tapas e beijos, mordidas e lambidas. As horas se passaram sem ninguém perceber. A gente só se dava conta do desejo, do tesão! Uma loucura muito além de tudo que eu havia imaginado!
Depois de muito tempo e muitos gozos, completamente exaustos e molhados de suor (e rindo sozinhos), fomos tirar proveito da enorme hidro que nos aguardava. Vou ser sincero: levando em conta os nossos estados, eu estava achando que a nossa festinha ia ficar por aí mesmo. Mas a água foi subindo, as pernas foram se entrelaçando, a conversa animando, as mãos abobando... e não é que começou tudo de novo?! Mais beijos, mais carícias, mais mordidas, mais lambidas, mais, mais, mais, mais... ufa! Aliás, é nessas horas que a gente percebe a conveniência de um bom motel: poder fazer sexo desenfreado na hidro e molhar o banheiro inteiro sem dar a mínima!
Tudo que é bom (incrível, fantástico, inacreditável) tem que acabar. Nossa convidada já estava quase dormindo na cama quando pedimos a conta, e já falava em repetir a dose. Está marcado: vamos levá-la para conhecer sua primeira casa de swing, nossa favorita, em Copacabana. Algo me diz que outra noite inesquecível nos aguarda. Até lá, a gente vai tentando absorver a intensidade do nosso último ménage, que não foi o primeiro, mas foi como se fosse...
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
terça-feira, 30 de novembro de 2010
De paraquedas
Tudo indica que estamos prestes a viver mais uma aventura, que com certeza terá um final MARAVILHOSO!!!
Um simples email:
"Oi, vi o blog de vcs, achei interessante, nunca fiz nada parecido mas estou interessada.
Moro em copa, sou do bem...
bj"
E foi assim, de paraquedas, que caiu na nossas mãos essa incrível paulista de 30 aninhos! Eu (Lu) conversei com ela apenas uns 2 dias pelo msn, e de cara já nos demos bem. Morena, bonita e muito simpática, ela pareceu ser madura e decidida, e isso me chamou a atenção. Conversamos sobre váaaarias coisas, e por incrível que pareça falamos muito pouco sobre sexo. Depois de muita conversa percebi que surgiu uma curiosidade de ambas as partes, então resolvi pedir o telefone, e ela de uma maneira muito tranquila e segura me passou. Que loucuraaa deliciosa!!!
Enfim marcamos, no início da noite, em um restaurante na zona sul. Quando chegamos, ela já estava sentadinha a uma mesa nos aguardando. A paulistinha é realmente bonita, alegre e muuuuito interessante. Conversamos por várias horas, foi uma noite super agradável. O mais legal disso tudo foi a sintonia que rolou entre nós três. Parecia que já nos conhecíamos de longa data. Ironia do destino!!!! kkkk
Fomos embora do restaurante com gostinho de quero maaisss, muuito maais. Ufa!
Desde o encontro, está rolando uma expectativa muito grande de ambas as partes. Passamos a falar com a paulistinha quase todos os dias. As nossas conversas têm momentos quentes, de muito tesão. Falamos sobre desejos, sobre lingeries, sobre fantasias...hummm que delícia!!! Já estamos loucos para nos encontrarmos de novo, mais "reservadamente"! Infelizmente, nossa nova amiguinha já tem uma viagem marcada para este fim de semana, e com isso teremos que esperar mais uma semana para desfrutarmos desse momento tão esperado. Estamos aguardando, ansiosos, o nosso próximo fim de semana, que certamente será MARAVILHOSO, repleto de muuito TESÃO!!
Esta história, sem dúvida nenhuma, continua!
Um simples email:
"Oi, vi o blog de vcs, achei interessante, nunca fiz nada parecido mas estou interessada.
Moro em copa, sou do bem...
bj"
E foi assim, de paraquedas, que caiu na nossas mãos essa incrível paulista de 30 aninhos! Eu (Lu) conversei com ela apenas uns 2 dias pelo msn, e de cara já nos demos bem. Morena, bonita e muito simpática, ela pareceu ser madura e decidida, e isso me chamou a atenção. Conversamos sobre váaaarias coisas, e por incrível que pareça falamos muito pouco sobre sexo. Depois de muita conversa percebi que surgiu uma curiosidade de ambas as partes, então resolvi pedir o telefone, e ela de uma maneira muito tranquila e segura me passou. Que loucuraaa deliciosa!!!
Enfim marcamos, no início da noite, em um restaurante na zona sul. Quando chegamos, ela já estava sentadinha a uma mesa nos aguardando. A paulistinha é realmente bonita, alegre e muuuuito interessante. Conversamos por várias horas, foi uma noite super agradável. O mais legal disso tudo foi a sintonia que rolou entre nós três. Parecia que já nos conhecíamos de longa data. Ironia do destino!!!! kkkk
Fomos embora do restaurante com gostinho de quero maaisss, muuito maais. Ufa!
Desde o encontro, está rolando uma expectativa muito grande de ambas as partes. Passamos a falar com a paulistinha quase todos os dias. As nossas conversas têm momentos quentes, de muito tesão. Falamos sobre desejos, sobre lingeries, sobre fantasias...hummm que delícia!!! Já estamos loucos para nos encontrarmos de novo, mais "reservadamente"! Infelizmente, nossa nova amiguinha já tem uma viagem marcada para este fim de semana, e com isso teremos que esperar mais uma semana para desfrutarmos desse momento tão esperado. Estamos aguardando, ansiosos, o nosso próximo fim de semana, que certamente será MARAVILHOSO, repleto de muuito TESÃO!!
Esta história, sem dúvida nenhuma, continua!
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
O nosso tesão a gente inventa
A gente adora conhecer lugar novo! Desta vez fomos conferir uma casa de swing na Barra que ainda não conhecíamos. Salgaaaaada... mas tudo bem, pela experiência nova tá valendo!
Chegamos cedo, até para ter a oportunidade de dar uma bisbilhotada antes que lotasse, e de cara deu para reparar uma diferença em relação às outras casas que já fomos: tinha muita gente bonita! Não que em outras a gente não tenha visto mulheres muito interessante, mas a proporção desse lugar, não sei se por ser na Barra ou se por ser mais caro, era bem maior.
Há várias casas de swing que só abrem seus "ambientes privê" depois das 2 da manhã. É uma pena, porque a gente adora subir para brincar um pouquinho logo que chega, depois descer para beber alguma coisa e dançar, subir mais um pouco e continuar a sacanagem... enfim, fazer o que dá vontade na hora que dá vontade. Infelizmente, esse clube era desses que não liberava a parte de cima até bem mais tarde. Pior que isso, o ambiente embaixo não era muito, digamos assim, envolvente. Parecia que estava todo mundo num clima meio tenso, esperando algo acontecer. Não nos sentimos muito "seduzidos", mesmo com várias mulheres bem bonitas em volta.
É nessas horas que vem à tona uma coisa deliciosa entre a gente: não precisamos de nada nem ninguém para ficarmos loucos de tesão um pelo outro! Por mais que o lugar não esteja lá grandes coisas, inevitavelmente acaba subindo um desejo, um anseio entre nós que parece que queima! Rapidinho a gente encontrou uma cabininha privativa no andar de baixo mesmo e nos deliciamos um com o outro! Perdemos noção de tudo lá dentro: do tempo, dos decibéis, do número de vezes que mexeram na maçaneta e tentaram entrar (não sei se atraídos pelos berros ou se acharam que eu estava matando a Lu).
Saímos da cabine tontinhos, feliiiiizes da vida e sem mais nenhuma paciência para esperar a tal parte de cima abrir. Acabamos indo embora cedo, e para ser sincero, absolutamente satisfeitos! Acho que é isso que torna essas nossas aventuras, fantasias e realizações tão prazerosas: saber que, no final das contas, só precisamos um do outro para nos divertirmos!
Chegamos cedo, até para ter a oportunidade de dar uma bisbilhotada antes que lotasse, e de cara deu para reparar uma diferença em relação às outras casas que já fomos: tinha muita gente bonita! Não que em outras a gente não tenha visto mulheres muito interessante, mas a proporção desse lugar, não sei se por ser na Barra ou se por ser mais caro, era bem maior.
Há várias casas de swing que só abrem seus "ambientes privê" depois das 2 da manhã. É uma pena, porque a gente adora subir para brincar um pouquinho logo que chega, depois descer para beber alguma coisa e dançar, subir mais um pouco e continuar a sacanagem... enfim, fazer o que dá vontade na hora que dá vontade. Infelizmente, esse clube era desses que não liberava a parte de cima até bem mais tarde. Pior que isso, o ambiente embaixo não era muito, digamos assim, envolvente. Parecia que estava todo mundo num clima meio tenso, esperando algo acontecer. Não nos sentimos muito "seduzidos", mesmo com várias mulheres bem bonitas em volta.
É nessas horas que vem à tona uma coisa deliciosa entre a gente: não precisamos de nada nem ninguém para ficarmos loucos de tesão um pelo outro! Por mais que o lugar não esteja lá grandes coisas, inevitavelmente acaba subindo um desejo, um anseio entre nós que parece que queima! Rapidinho a gente encontrou uma cabininha privativa no andar de baixo mesmo e nos deliciamos um com o outro! Perdemos noção de tudo lá dentro: do tempo, dos decibéis, do número de vezes que mexeram na maçaneta e tentaram entrar (não sei se atraídos pelos berros ou se acharam que eu estava matando a Lu).
Saímos da cabine tontinhos, feliiiiizes da vida e sem mais nenhuma paciência para esperar a tal parte de cima abrir. Acabamos indo embora cedo, e para ser sincero, absolutamente satisfeitos! Acho que é isso que torna essas nossas aventuras, fantasias e realizações tão prazerosas: saber que, no final das contas, só precisamos um do outro para nos divertirmos!
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Bate papos, MSN e o negão
Tem muita gente cara-de-pau por aí...
Tudo bem, a gente sabe que quando conhece alguém num bate papo, há grandes chances da pessoa não estar falando a verdade. Inclusive o que não falta por aí é homem posando de mulher (com que propósito, até hoje eu não entendi), e já não ficamos nada surpresos. Fomos desenvolvendo, com o tempo, algumas medidas de segurança para nos protegermos. Não é porque a "mocinha" escreve com jeitinho bonitinho e tem duas fotos de uma modelo de 20 anos que a gente baixa a guarda. Quem não é o que diz, por motivos óbvios, não liga a câmera. Ou liga sem imagem e diz que está com defeito, ou diz que não tem, ou aponta para a parede e diz que está com vergonha, ou *insira aqui sua desculpa criativa*.
Já estávamos num papo de vários dias com uma tal de Marceli, uma linda loirinha de 22 aninhos, animadíssima para nos conhecer e prometendo noites loucas e inesquecíveis. E nada de cam, apesar de nos pedir insistentemente para ligarmos a nossa. "A nossa pela sua" é sempre a resposta que damos. Finalmente, ela cedeu! Vimos a imagem formando e lá estava... uma bela parede de quarto. Ai saco...
-Aparece na frente da câmera!
-Rsrsrs, tenhu vergonha...
-Não precisa mostrar o rosto, aparece do pescoço para baixo
-Tá, vô mostrá!
E pudemos ver, afinal, a exuberante Marceli, em todo seu esplendôr: um baita negão que enfiou o que pareciam ser duas laranjas debaixo da camiseta e ficou sacudindo na frente da câmera!
Sinceramente, o que leva uma pessoa... ah, deixa pra lá! Pelo menos a nossa perda de tempo foi compensada por uma das melhores gargalhadas que a gente já deu.
Será que os amigos dele sabem do nome de guerra?
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Final feliz "à baiana" 2 - By Lu
Bom, como o Gil disse, vou relatar um pouco sobre a nossa primeira experiência a três (eu, ele e a nossa baianinha).
Foi o dia mais longo da minha vida! As horas custavam muito a passar, estava ansiosa e nervosa. Posso dizer que meu primeiro ménage foi a coisa mais louca que aconteceu na minha vida. E pensar que maioria das mulheres que eu conheço diz que não toparia jamais fazer um ménage, porque acham “nojento”...
A sensação que eu tinha era de estar fazendo algo proibido, e como tudo que é proibido é mais gostoso, vocês imaginam o resultado disso tudo: um TESÃO ENORME!
O bom era que já conhecíamos a baianinha, e ela parecia tão ansiosa quanto eu. Marcamos nosso encontro em um barzinho, conversamos sobre várias coisas e depois de algumas horas, nem me lembro quantas, fomos para o motel. Quando entramos no quarto do motel, ficamos por alguns instantes sem saber por onde começar. Sentamos os três na cama e começamos a conversar. De repente, em um piscar dos olhos, o Gil estava beijando a nossa amiga. Nossa, que loucuuuuuuraaaaaaaa!!!!! Claro que fui brincar com eles também. Começamos a nos beijar (os três), foi quando senti pela primeira vez a boca macia de uma mulher. Que delícia!!!
Por alguns minutos fiquei observando meu noivo beijando outra mulher. Isso foi me dando um tesão maravilhoso e, é claro, não aguentei ficar de fora por muito tempo. Comecei a passar a mão pelo corpo da nossa convidada. Juntos, eu e o Gil começamos a tirar a roupa dela. Hummmmmmmm, tão bommm.
Deixamos ela só de calcinha, foi aí que descobrimos uma tatuagem secreta, em local bem estratégico. Linda!!! Eu já estava completamente envolvida, louca de tesão. Tocando nela, pude sentir o quanto estava adorando aquele momento.
Então foi a vez de nós duas brincarmos com ele. Começamos tirando a roupa dele bem devagarzinho, ele já estava looouuucooooo!!!!! Fizemos vários tipos de carinho no Gil, com a mão, com a boca, com a língua. Nossa, adorei dividi-lo com outra mulher!
Se ele já adorou me ver beijando a boca de outra mulher, imaginem como ele ficou quando começamos a “brincar” de verdade. Era puro tesão! Tocar no corpo dele e da nossa baianinha ao mesmo tempo, sentir seu cheiro, ouvir sua respiração excitada... era tudo maravilhoso! Hummmmmmmm vocês não imaginam a delícia que foi.
Eu poderia escrever muito mais sobre essa noite, mas acho que está bom. Adorei descobrir que é gostoso demais ficar todo mundo junto na mesma cama! Não dizem por aí que não podemos morrer antes de plantar uma árvore, escrever um livro...? Pois é, acho que não podemos de maneira alguma deixar de fazer um ménage, nem que seja apenas uma única vez.
Tenho certeza que foi prazeroso para nós três.
Eu adoreiiiiiiiiii!!!
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Final feliz "à baiana"
A quem estava acompanhando nossas histórias e ficou no suspense, perdoem-nos! É sacanagem deixar um suspense desses no ar e demorar tanto para contar como terminou...
... ah, mas terminou tão bem!!!
Ligamos para a nossa nova amiga e marcamos o encontro. Barzinho na Tijuca, perfeitamente inocente. Melhor levar essas coisas beeeem devagariiiiinho, e um bar não compromete ninguém.
Gosto de pensar que sou do tipo calmo, sereno e sempre sob controle. Infelizmente isso é só o que eu gosto de pensar mesmo. Como a gente segura o nervosismo numa hora dessas? Quanto mais perto chegava do horário marcado, menos o meu corpo fazia o que eu mandava. Minha mão já tremia tanto que me cortei todo fazendo a barba, e a Lu caiu na gargalhada. Ela disfarça bem melhor que eu. Só conhecendo muito bem para conseguir ver além do sorriso lindo e tranquilo dela e saber que no fundo ela está pensando "queloucuraqueloucuraqueloucuraqueloucuraqueloucura...".
Quando chegamos no local marcado, ela já estava nos esperando. Uns chopps, uns pasteizinhos, e o papo começou a desenrolar. É incrível quanta coisa a gente consegue conversar quando está evitando falar direto de sexo. Infância, viagens, hobbies... até foto de família a gente viu. E devagarinho fomos conhecendo um pouco mais da vida "alternativa" dela. Para nossa surpresa, descobrimos que ela também estava nervosa! Éramos seu primeiro casal (ela já tinha saído com outro homem e mulher ao mesmo tempo, mas não era um casal propriamente dito). Que honra!
E se passaram uma, duas, três horas. É difícil saber em que momento se interrompe uma conversa sobre tios e tias com "e aí, vamos para um motel?". Nem me lembro se fui eu ou a Lu que teve a iniciativa, mas chegou o momento e quando a convidamos para continuar a noite conosco, a resposta foi um animado, embora envergonhado, "sim". GARÇON, A CONTA POR FAVOR!
Nota para o futuro 1: Antes de sair de casa, marcar no GPS os motéis mais próximos do ponto de encontro. Esta não é uma pergunta que você quer fazer num posto de gasolina com 3 pessoas no carro.
Nota para o futuro 2: Descobrir de antemão quais motéis aceitam 3 num quarto. É muito constrangedor pedir a alguém que você acabou de conhecer que se abaixe no banco de trás para não correr esse risco. Ah, vidros com insulfilm também teriam sido uma boa.
Dificuldades à parte, chegamos. Se eu já estava nervoso fazendo a barba, imaginem a sós com duas belas mulheres num quarto. Mais umas cervejas, muita vergonha, ninguém muito certo do que fazer. Bom, chega uma hora que a gente tem que tomar uma atitude, e eu aproveitei a deixa da nossa amiga:
-Estou muito nervosa.
-Ah, eu sei como resolver isso!
Foi o primeiro beijo da noite, seguido por uma das visões mais lindas da minha vida: minha maravilhosa Lu beijando a nossa baianinha. Uh! Deu arrepio só de lembrar.
Não vou entrar em detalhes sobre quem fez o que com quem, acho que não vem ao caso. Posso dizer que o nervosismo se derreteu quando começamos a nos beijar. Posso dizer que foi uma noite de fortes emoções, e que até hoje ficamos loucos relembrando cada momento. E posso, sem sombra de dúvida, dizer que foi uma experiência que mal podemos esperar para repetir!
Para o próximo post, a Lu está preparando um relato do ponto de vista dela da nossa primeira experiência a 3. Eu mal posso esperar para ler!
... ah, mas terminou tão bem!!!
Ligamos para a nossa nova amiga e marcamos o encontro. Barzinho na Tijuca, perfeitamente inocente. Melhor levar essas coisas beeeem devagariiiiinho, e um bar não compromete ninguém.
Gosto de pensar que sou do tipo calmo, sereno e sempre sob controle. Infelizmente isso é só o que eu gosto de pensar mesmo. Como a gente segura o nervosismo numa hora dessas? Quanto mais perto chegava do horário marcado, menos o meu corpo fazia o que eu mandava. Minha mão já tremia tanto que me cortei todo fazendo a barba, e a Lu caiu na gargalhada. Ela disfarça bem melhor que eu. Só conhecendo muito bem para conseguir ver além do sorriso lindo e tranquilo dela e saber que no fundo ela está pensando "queloucuraqueloucuraqueloucuraqueloucuraqueloucura...".
Quando chegamos no local marcado, ela já estava nos esperando. Uns chopps, uns pasteizinhos, e o papo começou a desenrolar. É incrível quanta coisa a gente consegue conversar quando está evitando falar direto de sexo. Infância, viagens, hobbies... até foto de família a gente viu. E devagarinho fomos conhecendo um pouco mais da vida "alternativa" dela. Para nossa surpresa, descobrimos que ela também estava nervosa! Éramos seu primeiro casal (ela já tinha saído com outro homem e mulher ao mesmo tempo, mas não era um casal propriamente dito). Que honra!
E se passaram uma, duas, três horas. É difícil saber em que momento se interrompe uma conversa sobre tios e tias com "e aí, vamos para um motel?". Nem me lembro se fui eu ou a Lu que teve a iniciativa, mas chegou o momento e quando a convidamos para continuar a noite conosco, a resposta foi um animado, embora envergonhado, "sim". GARÇON, A CONTA POR FAVOR!
Nota para o futuro 1: Antes de sair de casa, marcar no GPS os motéis mais próximos do ponto de encontro. Esta não é uma pergunta que você quer fazer num posto de gasolina com 3 pessoas no carro.
Nota para o futuro 2: Descobrir de antemão quais motéis aceitam 3 num quarto. É muito constrangedor pedir a alguém que você acabou de conhecer que se abaixe no banco de trás para não correr esse risco. Ah, vidros com insulfilm também teriam sido uma boa.
Dificuldades à parte, chegamos. Se eu já estava nervoso fazendo a barba, imaginem a sós com duas belas mulheres num quarto. Mais umas cervejas, muita vergonha, ninguém muito certo do que fazer. Bom, chega uma hora que a gente tem que tomar uma atitude, e eu aproveitei a deixa da nossa amiga:
-Estou muito nervosa.
-Ah, eu sei como resolver isso!
Foi o primeiro beijo da noite, seguido por uma das visões mais lindas da minha vida: minha maravilhosa Lu beijando a nossa baianinha. Uh! Deu arrepio só de lembrar.
Não vou entrar em detalhes sobre quem fez o que com quem, acho que não vem ao caso. Posso dizer que o nervosismo se derreteu quando começamos a nos beijar. Posso dizer que foi uma noite de fortes emoções, e que até hoje ficamos loucos relembrando cada momento. E posso, sem sombra de dúvida, dizer que foi uma experiência que mal podemos esperar para repetir!
Para o próximo post, a Lu está preparando um relato do ponto de vista dela da nossa primeira experiência a 3. Eu mal posso esperar para ler!
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Será que agora vai?
Nem todos os lugares que conhecemos são tão bons assim. Já fomos a clubes de swing que não combinaram muito com a gente. Normal. Quando você se abre a novas experiências, fatalmente nem todas serão fantásticas. Algumas, porém, assustam.
Foi o caso do clube que fomos conhecer no centro. Ambiente pequeno, cheio de escadas, um cheiro insuportável de naftalina e, no pouco tempo que passamos lá, a maior concentração de gente feia por metro quadrado que já vimos. Acho que não duramos 10 minutos lá dentro. É assim mesmo, uns dias a gente acerta, outros... a gente foge que nem o diabo!
Mas calma que esta história tem final feliz (e promete outro final mais feliz ainda)! Como a gente já estava na rua mesmo, resolvemos voltar ao primeiro clube de swing que conhecemos, em Copacabana. O lugar tinha mudado um pouco de cara, mas continuava um ambiente muito "convidativo" e rapidinho a gente ficou à vontade. Aliás, nós nos sentimos em casa quando tem uma jaula para a gente se trancar e dar um "showzinho", e desta vez foi bastante interativo! Nosso "público" pareceu bem entretido brincando com a gente através das grades, e nós adoramos brincar com elas! Ué, quem não gosta de uma atenção??? E de uma apalpada, um beijinho, uma lambida...
Foi uma noite realmente deliciosa, mas a cereja do bolo ainda estava por vir! Era mais tarde, estávamos encostados numa parede, quietinhos na nossa, só observando as atividades ao nosso redor, quando fomos abordados por duas mulheres e um homem. Queriam que nos juntássemos a eles, e embora homens não nos interessem, a baianinha do grupo nos chamou a atenção. Como pareciam um grupo unido, cordialmente recusamos o convite e deixamos por isso mesmo, mas... não é que a tal da baianinha voltou depois para falar com a gente a sós?
Resultado: saímos de lá com o telefone de uma bela jovem de 20 aninhos que parece muito interessada em nos ver de novo. Será que teremos afinal nosso primeiro encontro a três? Garanto que vocês serão os primeiros a saber! ;-)
E a lição do dia, aparentemente, é "não desanime com as más experiências... na noite tem de tudo!".
Beijos,
Gil e Lu
Foi o caso do clube que fomos conhecer no centro. Ambiente pequeno, cheio de escadas, um cheiro insuportável de naftalina e, no pouco tempo que passamos lá, a maior concentração de gente feia por metro quadrado que já vimos. Acho que não duramos 10 minutos lá dentro. É assim mesmo, uns dias a gente acerta, outros... a gente foge que nem o diabo!
Mas calma que esta história tem final feliz (e promete outro final mais feliz ainda)! Como a gente já estava na rua mesmo, resolvemos voltar ao primeiro clube de swing que conhecemos, em Copacabana. O lugar tinha mudado um pouco de cara, mas continuava um ambiente muito "convidativo" e rapidinho a gente ficou à vontade. Aliás, nós nos sentimos em casa quando tem uma jaula para a gente se trancar e dar um "showzinho", e desta vez foi bastante interativo! Nosso "público" pareceu bem entretido brincando com a gente através das grades, e nós adoramos brincar com elas! Ué, quem não gosta de uma atenção??? E de uma apalpada, um beijinho, uma lambida...
Foi uma noite realmente deliciosa, mas a cereja do bolo ainda estava por vir! Era mais tarde, estávamos encostados numa parede, quietinhos na nossa, só observando as atividades ao nosso redor, quando fomos abordados por duas mulheres e um homem. Queriam que nos juntássemos a eles, e embora homens não nos interessem, a baianinha do grupo nos chamou a atenção. Como pareciam um grupo unido, cordialmente recusamos o convite e deixamos por isso mesmo, mas... não é que a tal da baianinha voltou depois para falar com a gente a sós?
Resultado: saímos de lá com o telefone de uma bela jovem de 20 aninhos que parece muito interessada em nos ver de novo. Será que teremos afinal nosso primeiro encontro a três? Garanto que vocês serão os primeiros a saber! ;-)
E a lição do dia, aparentemente, é "não desanime com as más experiências... na noite tem de tudo!".
Beijos,
Gil e Lu
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Sobre ciúmes
Você sente ciúmes?
Se essa é uma pergunta que já gera polêmica no "mundo careta", imagina para casais que gostam de incluir outras pessoas em suas vidas sexuais. Nós já ouvimos de tudo, desde "eu tenho vontade, mas nunca teria coragem de fazer isso com alguém que eu amo" até "meu namorado não me deixa fazer aulas de surf porque acha que o instrutor vai tentar tirar casquinha". Uaaaaaau...
E nós? Sentimos, claro! Aliás, sentimos com as coisinhas mais bobas! Eu já senti ciúmes da Lu porque ela encontrou com um amigo de faculdade no supermercado, e ela já sentiu de mim porque eu disse que a Denise Richards era meu sonho de consumo. Bobagens mesmo! E é uma delícia!
Agora, vamos deixar claro uma diferença: existe ciúmes, e existe insegurança. Já cansamos de ver casais que simplesmente não são capazes de confiar plenamente um no outro. Se você já ouviu um namorado dizer "eu confio em você, só não confio nos outros", sabe do que estou falando. Aí vêm as brigas, as restrições, o que "pode" e o que "não pode"... tudo bem, cada um leva do seu jeito. Mas eu confesso que adoro ter comigo uma mulher em quem eu sei que posso confiar de olhos fechados, e mais ainda saber que ela também sente essa segurança comigo.
E é por isso que quando conhecemos três meninas de Curitiba num sábado na Lapa, e eu obviamente não consegui disfarçar que estava olhando descaradamente para a mais bonita das três, ao invés disso começar algum tipo de discussão entre nós, tive o prazer de ver minha mulher me lançar o olhar mais safado que ela tem e de ouvi-la dizer baixinho no meu ouvido: "Quer dançar com ela?". É uma sensação indescritível ver a mulher que você ama fingindo que vai ao banheiro para se afastar e poder assistir de longe enquanto você chama uma linda loirinha que você acabou de conhecer para dançar.
-Sua noiva não vai se importar?
-Não, imagina! (ah, se você soubesse que foi idéia dela...)
Nada aconteceu aquela noite além do roça-roça inerente de qualquer samba bem sambado, mas como foi gostosa a brincadeira! Eu dançando com a nossa nova amiga, sabendo que a Lu estava nos assistindo e se divertindo, e que nós estávamos juntos. Pode parecer bobeira... mas foi um momento que a gente adora relembrar!
Bom, levantamos a bola, agora queremos saber de vocês, leitores! São ciumentos? Já passaram por experiências de ciúmes, boas ou ruins? Deixem seus comentários que estamos loucos para ler!
terça-feira, 6 de abril de 2010
Expandindo horizontes
Para quem nunca foi num clube de swing, talvez este relato atice sua curiosidade. Para quem já foi, talvez se identifique com a nossa experiência. De qualquer forma, esse foi um dia que ficou marcado para nós e que sempre revisitamos. Já faz um tempinho, mas foi tão memorável que poderia ter sido semana passada.
Nós já vínhamos conversando sobre conhecer um lugar assim, pesquisando possibilidades, e acabamos decidindo por um clube em Copacabana. Fomos com uma idéia apenas de conhecer, de satisfazer nossas curiosidades. Acho que nós dois tínhamos um certo receio do que poderia acontecer, então foi ótimo chegar lá com um espírito mais "voyeur", sem expectativas de fazer nada muito além de ver o que os outros fazem. O que a gente não podia imaginar é que o ambiente seria tão... err... envolvente!
Assim que chegamos nos apresentamos como novatos e recebemos o tour. Embaixo, uma boate com palco, bar, algumas mesas e um daqueles ferros (aaaaah, a Lu é apaixonada por pole-dance...). Em cima, onde homens não podiam subir desacompanhados, vários ambientes, pouco iluminados e, devo admitir, muito convidativos. De cara, a gente já estava se cutucando enquanto explorávamos as possibilidades. Havia espaços mais abertos para várias pessoas, espaços fechados para quem prefere privacidade, e um número de meio-termos que iam de gaiolas a cabines com paredes transparentes. Com o clube ainda vazio, nossos receios já estavam dando lugar a pensamentos mais do tipo "o que a gente experimenta primeiro?".
A Lu, com seu vestidinho curtinho e com um decote delicioso, me puxou para dentro de uma das cabines fechadas e, antes mesmo que o clube começasse a encher, já estávamos numa transa louca! Bom, isso já era esperado, eu não consigo ficar perto dessa mulher muito tempo sem querer arrancar a roupa dela com os dentes. A surpresa veio quando saímos da cabine. Outros casais estavam lá, encostados na parede, escutando a gente pela porta enquanto se esfregavam uns nos outros. Tudo bem que não foram os primeiros: tenho certeza que nossos vizinhos já nos ouviram e muito! Mas saber que eles estavam lá nos escutando era uma experiência nova, e sem precisar dizer nada um ao outro, deu para perceber que nós dois estávamos pensando a mesma coisa: nós queríamos mais!
Entre os dois ou três casais que estavam lá, olhando para nós quando saímos de dentro da cabine, estava a gaiola. Bom, se eles queriam tanto nos ouvir, talvez iam gostar de nos ver também! Não me lembro quem puxou quem, mas num instante já estávamos lá dentro, fazendo uma exibição improvisada. Foi uma sensação surreal. Havia momentos que eu parecia me assistir de fora da gaiola, como se fosse um dos espectadores, mas a maior parte do tempo eu estava completamente perdido no momento, sentindo o corpo da Lu contra o meu enquanto reparava nos olhos fixados em nós, assistindo cada movimento.
Aliás, eu estava tão envolvido que nem reparei que um dos casais havia ido até a gaiola e estava pedindo à Lu para entrar, e nem que ela gentilmente negou o pedido colocando a mão na porta da grade. Calma, gente, uma coisa de cada vez! Já tínhamos bastante para absorver com a nossa primeira vez em público, além do que, não seria a única coisa que nos aconteceria pela primeira vez naquela noite!
Depois do nosso "show", descemos à boate, que já enchia, e fomos curtindo o resto da noite dançando, assistindo os shows de strip, provocando um ao outro (e quando possível, quem estivesse em volta). As horas foram passando e já estávamos nos sentindo de volta à realidade. Com o clube cheio, a curiosidade foi voltando e subimos de novo para ver o que estava acontecendo no "escurinho". Desta vez, nós viramos a platéia e fomos percorrendo os corredores, assistindo vários outros casais nos diferentes ambientes. É difícil descrever a sensação de estarmos rodeados de sexo. É como estar dentro de um filme, eu me sentia quase como se fosse outra pessoa. Uma coisa podemos dizer: é muito estimulante! Entre os gemidos de estranhos (alguns até em italiano, olha que chique!), nós começamos a tocar um no outro até que fomos saindo da platéia e novamente nos tornando a atração. Rodeados de outras pessoas, eu sentei num sofá e a Lu sentou no meu colo. Rapidinho, as atenções começaram a se virar para nós, e não demorou muito até que ouvi a voz da Lu sussurrando no meu ouvido: "Tem uma mão nas minhas costas".
De fato, um casal havia se aproximado da gente, e a mulher estava passando as mãos nas costas dela. Acho que nenhum de nós tinha muita certeza do que fazer (aliás, naquele momento, eu não tinha muita certeza nem do meu nome), mas as carícias nela logo começaram a vir dos dois, e para a minha surpresa a Lu pegou minha mão e guiou até a perna da mulher que encostava nela. Estava fazendo amor à minha mulher e alisando a perna de uma estranha que aos poucos levava sua mão ao peito dela, por baixo do vestido. Foi sem dúvida, para nós dois, um dos momentos mais eletrizantes de nossas vidas! E logo em seguida a mão do homem que estava com a estranha encontrou seu outro seio, que loucura! Como eu dizia, é um ambiente MUITO envolvente...
Foi mais ou menos por aí que nós achamos melhor dar a noite por encerrada antes que as coisas saíssem do controle. Saímos de lá meio rindo, meio com a cabeça girando, com um desejo enorme um pelo outro e uma certeza em mente: nós voltaríamos alí.
Nós já vínhamos conversando sobre conhecer um lugar assim, pesquisando possibilidades, e acabamos decidindo por um clube em Copacabana. Fomos com uma idéia apenas de conhecer, de satisfazer nossas curiosidades. Acho que nós dois tínhamos um certo receio do que poderia acontecer, então foi ótimo chegar lá com um espírito mais "voyeur", sem expectativas de fazer nada muito além de ver o que os outros fazem. O que a gente não podia imaginar é que o ambiente seria tão... err... envolvente!
Assim que chegamos nos apresentamos como novatos e recebemos o tour. Embaixo, uma boate com palco, bar, algumas mesas e um daqueles ferros (aaaaah, a Lu é apaixonada por pole-dance...). Em cima, onde homens não podiam subir desacompanhados, vários ambientes, pouco iluminados e, devo admitir, muito convidativos. De cara, a gente já estava se cutucando enquanto explorávamos as possibilidades. Havia espaços mais abertos para várias pessoas, espaços fechados para quem prefere privacidade, e um número de meio-termos que iam de gaiolas a cabines com paredes transparentes. Com o clube ainda vazio, nossos receios já estavam dando lugar a pensamentos mais do tipo "o que a gente experimenta primeiro?".
A Lu, com seu vestidinho curtinho e com um decote delicioso, me puxou para dentro de uma das cabines fechadas e, antes mesmo que o clube começasse a encher, já estávamos numa transa louca! Bom, isso já era esperado, eu não consigo ficar perto dessa mulher muito tempo sem querer arrancar a roupa dela com os dentes. A surpresa veio quando saímos da cabine. Outros casais estavam lá, encostados na parede, escutando a gente pela porta enquanto se esfregavam uns nos outros. Tudo bem que não foram os primeiros: tenho certeza que nossos vizinhos já nos ouviram e muito! Mas saber que eles estavam lá nos escutando era uma experiência nova, e sem precisar dizer nada um ao outro, deu para perceber que nós dois estávamos pensando a mesma coisa: nós queríamos mais!
Entre os dois ou três casais que estavam lá, olhando para nós quando saímos de dentro da cabine, estava a gaiola. Bom, se eles queriam tanto nos ouvir, talvez iam gostar de nos ver também! Não me lembro quem puxou quem, mas num instante já estávamos lá dentro, fazendo uma exibição improvisada. Foi uma sensação surreal. Havia momentos que eu parecia me assistir de fora da gaiola, como se fosse um dos espectadores, mas a maior parte do tempo eu estava completamente perdido no momento, sentindo o corpo da Lu contra o meu enquanto reparava nos olhos fixados em nós, assistindo cada movimento.
Aliás, eu estava tão envolvido que nem reparei que um dos casais havia ido até a gaiola e estava pedindo à Lu para entrar, e nem que ela gentilmente negou o pedido colocando a mão na porta da grade. Calma, gente, uma coisa de cada vez! Já tínhamos bastante para absorver com a nossa primeira vez em público, além do que, não seria a única coisa que nos aconteceria pela primeira vez naquela noite!
Depois do nosso "show", descemos à boate, que já enchia, e fomos curtindo o resto da noite dançando, assistindo os shows de strip, provocando um ao outro (e quando possível, quem estivesse em volta). As horas foram passando e já estávamos nos sentindo de volta à realidade. Com o clube cheio, a curiosidade foi voltando e subimos de novo para ver o que estava acontecendo no "escurinho". Desta vez, nós viramos a platéia e fomos percorrendo os corredores, assistindo vários outros casais nos diferentes ambientes. É difícil descrever a sensação de estarmos rodeados de sexo. É como estar dentro de um filme, eu me sentia quase como se fosse outra pessoa. Uma coisa podemos dizer: é muito estimulante! Entre os gemidos de estranhos (alguns até em italiano, olha que chique!), nós começamos a tocar um no outro até que fomos saindo da platéia e novamente nos tornando a atração. Rodeados de outras pessoas, eu sentei num sofá e a Lu sentou no meu colo. Rapidinho, as atenções começaram a se virar para nós, e não demorou muito até que ouvi a voz da Lu sussurrando no meu ouvido: "Tem uma mão nas minhas costas".
De fato, um casal havia se aproximado da gente, e a mulher estava passando as mãos nas costas dela. Acho que nenhum de nós tinha muita certeza do que fazer (aliás, naquele momento, eu não tinha muita certeza nem do meu nome), mas as carícias nela logo começaram a vir dos dois, e para a minha surpresa a Lu pegou minha mão e guiou até a perna da mulher que encostava nela. Estava fazendo amor à minha mulher e alisando a perna de uma estranha que aos poucos levava sua mão ao peito dela, por baixo do vestido. Foi sem dúvida, para nós dois, um dos momentos mais eletrizantes de nossas vidas! E logo em seguida a mão do homem que estava com a estranha encontrou seu outro seio, que loucura! Como eu dizia, é um ambiente MUITO envolvente...
Foi mais ou menos por aí que nós achamos melhor dar a noite por encerrada antes que as coisas saíssem do controle. Saímos de lá meio rindo, meio com a cabeça girando, com um desejo enorme um pelo outro e uma certeza em mente: nós voltaríamos alí.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Pelo telefone conta?
Entre as (tantas, tantas) fantasias que nós já compartilhamos, certa vez a Lu me contou uma que me surpreendeu. Ela queria, quando as coisas estivessem quentes entre nós, pegar o telefone e ligar para números aleatórios. A idéia era convidar um(a) estranho(a) para a nossa cama, ainda que fosse só por voz, gemidos e urros. Queria pegar uma pessoa completamente desprevenida e seduzi-la alí, no nosso momento, independente do que ela estivesse fazendo na hora.
Por mais que a fantasia em si fosse bem interessante, eu não consegui me desprender das dificuldades práticas da coisa. As chances da gente encontrar alguém que quisesse participar seriam mínimas, e os palavrões provavelmente muitos. Por outro lado, é difícil segurar o riso quando se imagina um telefonema sedutor que cai, por exemplo, numa velhinha surda de Copacabana. Pior ainda se ela curtisse!!! Gostei da idéia, mas já fui arquivando na minha pasta "Só Para A Imaginação".
Pois bem, um dia estávamos eu e a Lu num motel, clima quentíssimo e provocações sem fim, quando ela perguntou para mim se eu queria brincar um pouquinho. Eu não tinha idéia do que ela estava falando, mas ruim não haveria de ser. Claro que eu queria! Ela levantou, pegou o rádio, voltou para cima de mim e foi se esfregando no meu corpo enquanto habilmente digitava nos botõezinhos. Enviou um alerta e a resposta veio logo, no viva-voz:
-Oi Lu!
-Oi, amiga! O que você está fazendo?
-Ah, estou aqui com um monte de amigos numa casa em... (não ouvi o resto porque a Lu estava com a língua no meu ouvido)
-Ah é? Que pena... se você estivesse sozinha a gente ia brincar um pouquinho...
-Como assim, o que você está fazendo?
Sim, a Lu é uma menina muito levada! Não só ela ligou para uma amiga cheia de fogo, que ela sabia que ia adorar receber esse telefonema e participar das nossas brincadeiras, como também não quis nem saber se ela estava rodeada de gente! Começou a descrever com detalhes cada carícia, cada lambida, cada mordida, e foi deixando a amiga 1. LOUCA de tesão (segundo ela mesma nos contou mais tarde) e 2. na posição de ter que dissimular para os amigos com respostas do tipo"ah é?" e "mmmm, interessante". Pura maldade.
Lição aprendida. Nunca mais subestimo a capacidade da minha mulher de realizar desejos! Agora falta a gente conseguir ligar para a amiga dela num dia em que ela possa participar direito...
Por mais que a fantasia em si fosse bem interessante, eu não consegui me desprender das dificuldades práticas da coisa. As chances da gente encontrar alguém que quisesse participar seriam mínimas, e os palavrões provavelmente muitos. Por outro lado, é difícil segurar o riso quando se imagina um telefonema sedutor que cai, por exemplo, numa velhinha surda de Copacabana. Pior ainda se ela curtisse!!! Gostei da idéia, mas já fui arquivando na minha pasta "Só Para A Imaginação".
Pois bem, um dia estávamos eu e a Lu num motel, clima quentíssimo e provocações sem fim, quando ela perguntou para mim se eu queria brincar um pouquinho. Eu não tinha idéia do que ela estava falando, mas ruim não haveria de ser. Claro que eu queria! Ela levantou, pegou o rádio, voltou para cima de mim e foi se esfregando no meu corpo enquanto habilmente digitava nos botõezinhos. Enviou um alerta e a resposta veio logo, no viva-voz:
-Oi Lu!
-Oi, amiga! O que você está fazendo?
-Ah, estou aqui com um monte de amigos numa casa em... (não ouvi o resto porque a Lu estava com a língua no meu ouvido)
-Ah é? Que pena... se você estivesse sozinha a gente ia brincar um pouquinho...
-Como assim, o que você está fazendo?
Sim, a Lu é uma menina muito levada! Não só ela ligou para uma amiga cheia de fogo, que ela sabia que ia adorar receber esse telefonema e participar das nossas brincadeiras, como também não quis nem saber se ela estava rodeada de gente! Começou a descrever com detalhes cada carícia, cada lambida, cada mordida, e foi deixando a amiga 1. LOUCA de tesão (segundo ela mesma nos contou mais tarde) e 2. na posição de ter que dissimular para os amigos com respostas do tipo"ah é?" e "mmmm, interessante". Pura maldade.
Lição aprendida. Nunca mais subestimo a capacidade da minha mulher de realizar desejos! Agora falta a gente conseguir ligar para a amiga dela num dia em que ela possa participar direito...
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Como tudo começou
Estávamos juntos havia apenas alguns meses, e a Lu já começava a me fascinar. Sim, ela tem um corpo escultural e um rostinho de levar qualquer homem à loucura, mas a atração ia muito além do físico. Era a mente dela que me deixava arrepiado! Ela adorava me provocar...
-Me conta uma fantasia sua!
Não é difícil adivinhar a primeira coisa que me vinha à mente, mas se eu tinha aprendido alguma coisa a essa altura era que nenhuma mulher gostava muito de ouvir aquilo. Além do que, convenhamos, é meio clichê, né? Que homem não sonha com duas mulheres ao mesmo tempo? Pô, minhas fantasias de adolescente tinham umas 5 ou 6!
Eu dissimulava. Contava, mas escolhia algumas menos polêmicas. Sexo em lugar público, sexo dentro d'água (depois a gente chegou à brilhante conclusão que sexo no mar resolvia as duas), sexo a céu aberto... houve até uma que foi engraçada:
-Vai, conta!
-Tá. Eu... já fantasiei sobre... sexo num cavalo.
-...
-O que foi, Lu?
-...
-Que cara é essa? O que que tem?
-...
-Peraí, você entendeu... É SEXO NO CAVALO, LU! NO CAVALO, NÃO COM O CAVALO!!!
-Aaaaaaaaah! Ufa!
No meio de todo esse tateio, um belo dia ela me disse por MSN que queria me contar uma coisa. Uma fantasia. Só que pessoalmente. É claro que a minha curiosidade foi na lua! Ela falava todo tipo de sacanagem comigo por MSN, o que estaria guardando que só podia contar pessoalmente? Naquela noite eu fui encontrá-la, e na ansiedade acho que o meu "oi" acabou sendo atropelado pelo "o que você queria me contar?" que seguiu.
-Nada.
O QUE??? Não, isso não se faz! Não no meio de tantos descobrimentos mútuos, não depois de armar um suspense deste tamanho!
-Ah, mudei de idéia, acho que não devo contar...
PUTZ, pior ainda! Agora eu precisava saber!!! Semanas se passaram, e nada! Eu insistia, eu implorava, eu barganhava, tudo em vão. Ela só me abria aquele sorriso frustrantemente encantador e respondia "quem sabe um dia".
Estávamos caminhando num shopping na Barra quando resolvi fazer minha última tentativa. Afinal, que segredo era esse?? O brilho nos olhos dela chegou a assustar!
-Conta você!
-Outra? Tá bom, eu conto, mas aí você tem que finalmente me dizer a sua!
-Combinado.
Soltei! Contei aquela que eu tinha certeza que não era para contar, com direito a detalhes. Ela quis saber mais, perguntou de tudo: desde quando eu fantasiava com duas mulheres, que tipo de mulher eu imaginava para isso, se era com conhecidas, se eu já tinha feito ou já tinha tentado... passamos uma hora sentados no sofá do shopping discutindo as minúcias dos meus desejos a três. Acho que eu nunca suei tanto.
Pelo menos agora ela não fugia mais!
-Tá bom, eu contei, agora é sua vez. Você tem uma fantasia que vem guardando de mim há semanas, e agora vai ter que me contar!
-Não precisa. Você já falou.
E lá veio aquele sorriso de novo...
-Me conta uma fantasia sua!
Não é difícil adivinhar a primeira coisa que me vinha à mente, mas se eu tinha aprendido alguma coisa a essa altura era que nenhuma mulher gostava muito de ouvir aquilo. Além do que, convenhamos, é meio clichê, né? Que homem não sonha com duas mulheres ao mesmo tempo? Pô, minhas fantasias de adolescente tinham umas 5 ou 6!
Eu dissimulava. Contava, mas escolhia algumas menos polêmicas. Sexo em lugar público, sexo dentro d'água (depois a gente chegou à brilhante conclusão que sexo no mar resolvia as duas), sexo a céu aberto... houve até uma que foi engraçada:
-Vai, conta!
-Tá. Eu... já fantasiei sobre... sexo num cavalo.
-...
-O que foi, Lu?
-...
-Que cara é essa? O que que tem?
-...
-Peraí, você entendeu... É SEXO NO CAVALO, LU! NO CAVALO, NÃO COM O CAVALO!!!
-Aaaaaaaaah! Ufa!
No meio de todo esse tateio, um belo dia ela me disse por MSN que queria me contar uma coisa. Uma fantasia. Só que pessoalmente. É claro que a minha curiosidade foi na lua! Ela falava todo tipo de sacanagem comigo por MSN, o que estaria guardando que só podia contar pessoalmente? Naquela noite eu fui encontrá-la, e na ansiedade acho que o meu "oi" acabou sendo atropelado pelo "o que você queria me contar?" que seguiu.
-Nada.
O QUE??? Não, isso não se faz! Não no meio de tantos descobrimentos mútuos, não depois de armar um suspense deste tamanho!
-Ah, mudei de idéia, acho que não devo contar...
PUTZ, pior ainda! Agora eu precisava saber!!! Semanas se passaram, e nada! Eu insistia, eu implorava, eu barganhava, tudo em vão. Ela só me abria aquele sorriso frustrantemente encantador e respondia "quem sabe um dia".
Estávamos caminhando num shopping na Barra quando resolvi fazer minha última tentativa. Afinal, que segredo era esse?? O brilho nos olhos dela chegou a assustar!
-Conta você!
-Outra? Tá bom, eu conto, mas aí você tem que finalmente me dizer a sua!
-Combinado.
Soltei! Contei aquela que eu tinha certeza que não era para contar, com direito a detalhes. Ela quis saber mais, perguntou de tudo: desde quando eu fantasiava com duas mulheres, que tipo de mulher eu imaginava para isso, se era com conhecidas, se eu já tinha feito ou já tinha tentado... passamos uma hora sentados no sofá do shopping discutindo as minúcias dos meus desejos a três. Acho que eu nunca suei tanto.
Pelo menos agora ela não fugia mais!
-Tá bom, eu contei, agora é sua vez. Você tem uma fantasia que vem guardando de mim há semanas, e agora vai ter que me contar!
-Não precisa. Você já falou.
E lá veio aquele sorriso de novo...
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